Estou a pensar que vivemos de concessões.
Até o amor exige concessões no que desejamos no outro.
Mas por exigir demais, perdemos demais.
Não entendemos que o outro é livre, com personalidade própria.
Mas teimamos em tornar o outro a nossa forma de ser.
E erramos a cada vez que tentamos isso.
Não precisamos de um amor realmente, precisamos de uma pessoa boa.
Mas na verdade, não fazemos nem concessões a nós mesmos que dirá ao outro.
Sonhamos com o intangível e acordamos com o previsível.
E nos frustramos por isso.
Até onde devemos ir em busca do que nos falta?
Será essa a pergunta certa para tudo?
Ou será que vivemos sempre em busca?
Em busca do imperfeito perfeito...
Anderson M.
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