E o Rock se suicida em várias notas de atestado incontestável da rebeldia que canta.
Suicidar-se vai além de qualquer dilema ético.
Até quando nos perderemos de nós mesmos?
Parece que a morte nos vende um lugar na história.
Tiramos o que nunca queríamos perder e ganhamos a eternidade nula.
A bala da rebeldia se torna nosso veneno voraz que nossas fraquezas se regozijam.
Não sei se quem tira a sua própria vida é fraco, atônito de tristeza ou se apenas não aguentou a vida.
Não me importa, o pecado foi cometido.
Para a uma maioria a morte é uma vida nova que se abre, eu digo que a vida tem hora certa para nos confrontar e não temos nem devemos ter controle sobre isso.
A bala que tira a vida, deveria ser o pão que alimenta e nos que dá mais vida e não a que nos tira.
Mas tudo isso nos faz pensar na vida como um acorde que nos acorda todos os dias.
A vida nos entristece e nos encanta, mas viver ainda encanta...
E nada como nos suicidarmos para as coisas ruins e renascermos todos os dias para as coisas boas...
E o Rock não morreu, morreu apenas a valentia covarde.
Anderson M.
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