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23 setembro 2013

Que seja inesquecível, que seja o amor que sempre sonhamos...

Nem vem ao caso se sou ou não um namorado inesquecível, mas fiquei pensando o que faz um homem se tornar assim tão singular para uma mulher.
Só sei que ela me ama; fica puta das merdas que eu falo; é linda; tem um cheiro gostoso; cuida da vida dela; é independente, mas me pede ajuda para trocar um chuveiro e isso é bom demais; está sempre ocupada, mas nunca deixa de atender quando eu ligo; é parceira, descolada, maluquete ao seu jeito; aguenta meus ataques de mau humor; quer sexo sempre, assim como eu (pelo menos quando eu aguento); é brava ao cubo, mas até acho graça, eu sou um sonso mesmo. Sabe como é, mulher tá fácil hoje, mas dessas que fazem a gente feliz mais do que uma semana… encontrei poucas e ela é dessas que nos fazem feliz por uma vida.
Sempre penso no que faz uma história dar certo ou não. E, no fundo, acho uma bobagem quando dizem que melhor do que ser amado, é amar. Não tem nada melhor na vida do que sentir, ver, ouvir, ler, que alguém perde seu precioso tempo pensando, querendo, gastando, amando você.
Mas é verdade que amar alguém é uma arte. Quem ama abre mão de si mesmo muitas vezes. Esquece convicções. Pede desculpas mesmo quando acha que está certo. Sofre de saudade. Morre de ciúme. Parcela o amor em 12 vezes até estourar o cartão. Sorri quando o telefone toca. Tem dor de barriga quando ela lê sua mensagem no celular e não responde. A gente fica praticamente ridículo.
Mas o outro, que também ama (e essa é a melhor parte), acha a gente, que no fundo é ridículo, o último biscoito do pacote, a última cerveja gelada do deserto, os últimos 5% de bateria no celular.
Amor é isso. Amor é mais que isso e nada menos que isso.
O importante é que a gente nunca seja mais ou menos. Que a gente faça tudo mesmo por amor. Que seja especial.
Que seja inesquecível.
Que seja o amor que sempre sonhamos...

Anderson M.

19 setembro 2013

Somos frágeis sim e qual o problema?

Somos frágeis sim e qual o problema?
Essa de que existe pessoas serenas e bem resolvidas é uma balela que nos faz apenas rir de nós mesmos.
Forte ou fraco, somos todos iguais em nossas deficiências e fragilidades.
E estamos numa busca constante de equilíbrio e bem estar.
Afinal não somos só PAZ E AMOR, temos nossos dias de Hitler e isso faz bem, engrandece, ensina e alivia.
E mais que isso, passamos a ver que sozinhos ficamos à mercê de nossas dores e angústias, sufocamos nossos medos.
E quando temos o outros, nos refestelamos no prazer de sentir que o outro também é feito de carne, que sente e entende nossas dores.
E a justa definição de tudo isso é o amor que encontramos num abraço, num olhar, num beijo e até mesmo no silêncio do outro que grita.
Quantas vezes não nos sentimos loucos num mundo de racionais e basta um lapso de sobriedade para vermos o quão somos normais e que talvez todos é que sejam loucos.
Mas entender a precariedade da vida é uma aula de sobrevivência num mundo torpe de ilusões e desejos mudos.
Mas em dado momento tudo isso passa a fazer mais sentido.
Estar feliz é mais que amar de vez em quando, é estar junto quando chove e quando faz sol.
Estejam preparados com suas sombrinhas e protetores solares e sejam felizes...

Anderson M.

18 setembro 2013

Mudança ainda é um grande desafio...

Chegará um tempo que não mais poderemos viver como atualmente. 
No fim das contas, um dia o sistema quebrará devido ao nível de desigualdade que é necessário para sustentá-lo. 
E a desigualdade só piora e em algum momento o lado mais fraco da cadeia irá requerer algo mais. 
E engana-se quem imagina que riqueza nos da proteção.
E não há como ter uma sociedade forte com tanta desigualdade. 
O sistema nos deixa frágil sem percebermos. 
O acúmulo material nos deixa obcecados por uma vaidade que nos cega para os problemas do outro e até do mundo. 
E só iremos parar quando chegarmos ao fundo do poço, somos como viciados. 
E o cenário é que realmente estamos na lama. 
Você pergunta as pessoas sobre nossos problemas e elas dirão que não tem problema. 
Mas as pessoas acham graça e sempre dizem que tudo vai melhorar. 
Mas a tristeza de muitos não condiz com o sorriso de uma maioria que não é absoluta. 
Mudança ainda é um grande desafio para nós como sociedade. 
Mas quando acreditarmos que a vida não será somente boa, mas que será melhor com resultados mais igualitários aí começará a mudança. 
Mas a grande questão é que as pessoas não querem abrir mão e não há mudança sem concessão...

Anderson M. 

17 setembro 2013

Não se apaixona...



Não se apaixona somente por um sorriso, apaixona-se por um olhar que nos diz que a vida pode ser melhor e que tudo estava a sua espera.
Nos apaixonamos pelo calor que nos aquece mesmo longe.
Nos apaixonamos pela saudade que nos invade mesmo quando estamos juntos.
Nos apaixonamos pelo olhar a nos dizer tudo que precisamos.
Nos apaixonamos pelo cuidado que nos protege.
Nos apaixonamos no silêncio que nos diz tudo.
Nos apaixonamos na palavra que nos torna especial.
E mais que isso nos apaixonamos no amor do outro.
No amor que ensina.
Que nos coloca no caminho.
No amor que nos dá a vida quando precisamos apenas de uma mão.
No amor que invisível, é presente em cada gesto.
Que piegas falar tudo isso para quem não sente o mesmo.
Não apenas falamos de amor, falamos de vida.
Quantos tem amor, mas faltam-lhes vida.
Mas temos vida e amor em nossas vidas.
E mesmo quando tudo parece difícil temos no outro a certeza que o caminho pode ser reconfortante.
Mas não importa o quão as coisas podem ser difíceis, importa o desejo de estarmos sempre juntos...
Juntos para...

Anderson M.

16 setembro 2013

Vivemos de concessões...

Estou a pensar que vivemos de concessões.
Até o amor exige concessões no que desejamos no outro.
Mas por exigir demais, perdemos demais.
Não entendemos que o outro é livre, com personalidade própria.
Mas teimamos em tornar o outro a nossa forma de ser.
E erramos a cada vez que tentamos isso.
Não precisamos de um amor realmente, precisamos de uma pessoa boa.
Mas na verdade, não fazemos nem concessões a nós mesmos que dirá ao outro.
Sonhamos com o intangível e acordamos com o previsível.
E nos frustramos por isso.
Até onde devemos ir em busca do que nos falta?
Será essa a pergunta certa para tudo?
Ou será que vivemos sempre em busca?
Em busca do imperfeito perfeito...

Anderson M.

10 setembro 2013

E o Rock se suicida...

E o Rock se suicida em várias notas de atestado incontestável da rebeldia que canta.
Suicidar-se vai além de qualquer dilema ético.
Até quando nos perderemos de nós mesmos?
Parece que a morte nos vende um lugar na história.
Tiramos o que nunca queríamos perder e ganhamos a eternidade nula.
A bala da rebeldia se torna nosso veneno voraz que nossas fraquezas se regozijam.
Não sei se quem tira a sua própria vida é fraco, atônito de tristeza ou se apenas não aguentou a vida.
Não me importa, o pecado foi cometido.
Para a uma maioria a morte é uma vida nova que se abre, eu digo que a vida tem hora certa para nos confrontar e não temos nem devemos ter controle sobre isso.
A bala que tira a vida, deveria ser o pão que alimenta e nos que dá mais vida e não a que nos tira.
Mas tudo isso nos faz pensar na vida como um acorde que nos acorda todos os dias.
A vida nos entristece e nos encanta, mas viver ainda encanta...
E nada como nos suicidarmos para as coisas ruins e renascermos todos os dias para as coisas boas...
E o Rock não morreu, morreu apenas a valentia covarde.

Anderson M.

03 setembro 2013

Sempre...

É chegado a hora de ser feliz e mais que isso, é chegado a hora de fazer feliz.
Embarcar pelo caminho a dois, navegar por águas misteriosas, navegar por todos os caminhos que a vida a dois nos permitir.
Fazer de nossas vidas um porto seguro.
Passaremos por maremotos, por tempestades, mas também passaremos por grandes momentos, teremos sempre o céu limpo a nossa espera a cada onda mais forte.
Mas o que importa é que sempre estaremos em casa quando estivermos juntos e que isso seja SEMPRE...

Anderson M.

02 setembro 2013

Facebook e seu status quo...

Acho que as pessoas em sua sã consciência iriam preferir que sua vida fosse um livro trancado a sete chaves.
E não que tudo fosse partilhado na internet.
Pois atualmente somos adultos a discutir com o parceiro o status de relacionamento no Facebook.
Nossa vida virou uma partilha pública de sentimentos, somos eternos adolescentes.
Fomos reduzidos a fofoqueiros de plantão à espera da mudança de relacionamento alheio.
Precisamos ter o que discutir, necessitamos da desgraça do outro.
Aliança e olho no olho já não diz nada.
Queremos o aval do mundo on-line.
Nossa vida virou um criança esperança, vivemos da espera daquela doação em forma de comentário.
Somos como o seriado 24 horas, precisamos de palavras de conforto, de fotos bem editadas, de um certo drama e de muita auto piedade.
Somos como artistas no ostracismo a espera de uma nova chance.
Vivemos obcecados por uma aceitação apressada.
Mas se a verdade é para ser escancarada, que seja sem máscaras.
Senão a vida torna-se um eterno carnaval.
Sejamos a verdade numa orgia de revelações.
Na verdade seguimos sempre desamparados e perdidos gritando ao mundo que precisamos de alguém que nos resgate de nossas incertezas.
Por isso tome vergonha e resgate-se de si mesmo primeiro.

Anderson M.