Não faço ideia do por vir e quais os efeitos do presente, mas decidi ser franco comigo mesmo.
Chega a hora de nos despirmos para o mundo.
Hoje acredito que a franqueza da vida seja melhor que o silêncio irrefreável de uma dor.
Estou cansado de me esconder, de viver entre correntes e paredes.
Tantas energias desperdiçadas a troco de um emaranhado de hipocrisia e desonestidade, como se eu tivesse sempre algo a esconder.
Cada um é o que é, e a desonestidade de se esconder atrás de uma vida de nenhures é necessário, mas ainda assim desonesta.
Anderson M.
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