É difícil saber qual é o momento exato em que nos apaixonamos por alguém.
Mas com ela eu soube exatamente quando foi.
E eu sabia o motivo.
Naquele instante foram suas palavras, palavras que eu nunca ouviria.
Palavras que foram ditas no seu particular.
Não somos como Abelardo e Heloísa, Romeu e Julieta ou John e Yoko.
Somos eu e você.
Um amor indigente, amor perdido na multidão.
Um amor entre tantos, mas único no desejo.
Somos o elo entre dois abismos que a solidão criou e que o amor inventou.
Estamos longe de tudo e perto de todos.
Por isso jamais me abandone.
Meu pobre coração...
Anderson M.
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