Que sempre preferimos o mesmo.
Talvez seja porque o novo nos deixe inseguro.
O antigo é sempre mais fácil.
É como uma estrada que já conhecemos com as mesmas paisagens.
Mas o novo é viajar por estradas desconhecidas.
Com todos os perigos, curvas que não conhecemos, perigos que podem surgir a cada paisagem nova.
Mas o novo em poucos segundos já nos acalma e nos faz entender que todos os caminhos são iguais.
Nós é que nunca somos os mesmos em cada viagem.
A paisagem que muda somos nós.
O olhar no retrovisor é o antigo ficando para trás sem remorso do novo que está por vir.
É viver sem quilometragem, viajar por horas e horas e tudo parecer um segundo de vida.
E não importa se somos apenas carona nessa viagem, somos nós a chegar no novo destino.
Somos nós a descer e sentir que a viagem valeu a pena e que podemos viajar e mudar sempre que preciso...
Talvez seja porque o novo nos deixe inseguro.
O antigo é sempre mais fácil.
É como uma estrada que já conhecemos com as mesmas paisagens.
Mas o novo é viajar por estradas desconhecidas.
Com todos os perigos, curvas que não conhecemos, perigos que podem surgir a cada paisagem nova.
Mas o novo em poucos segundos já nos acalma e nos faz entender que todos os caminhos são iguais.
Nós é que nunca somos os mesmos em cada viagem.
A paisagem que muda somos nós.
O olhar no retrovisor é o antigo ficando para trás sem remorso do novo que está por vir.
É viver sem quilometragem, viajar por horas e horas e tudo parecer um segundo de vida.
E não importa se somos apenas carona nessa viagem, somos nós a chegar no novo destino.
Somos nós a descer e sentir que a viagem valeu a pena e que podemos viajar e mudar sempre que preciso...
Amar é viver sem quilometragem...
Anderson M.
Nenhum comentário:
Postar um comentário