Para tratarmos adequadamente um
problema precisamos que corpo e mente estejam dispostos a se comprometerem ou
às vezes basta que o coração se comprometa.
Então
fazemos perguntas a nós mesmos.
Perguntas
como quando tudo deu errado.
Se
já passou por isso na vida.
Se
somos ativos ou passivos quando estamos diante do amor, do amor inevitável.
E
qual o limite entre o que é nosso e o que é do outro?
Em
que momento somos carona e em que momento estamos a guiarmos?
Se
não quiser ou não puder responder essas perguntas somos forçados a confiar no
que sentimos.
Dizem
que na dúvida devemos desistir, eu digo que na dúvida devemos tentar e tentar
quantas vezes for necessário.
Do
outro lado há sempre um pote a nossa espera, o que estará dentro dele,
dependerá do que levarmos até ele.
Anderson M.
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