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28 fevereiro 2013
Que o tempo não seja em vão...
Uma centelha de alegria diária...
26 fevereiro 2013
Órfãos...
Será que somos órfãos da realidade para que possamos encontrar nossa humanidade perdida ou somos levados a crer que precisamos aceitar o que não pode ser mudado?
Será que somos inocentes ou culpados por erros futuros?
Verdades incubadas a espera da mentira que nos deixa impotentes.
A mentira se tornou cômoda e a verdade incômoda.
Andamos sem enxergar a nossa frente, nos guiamos pela sombra dos outros.
Tudo isso pode ser uma heresia incrustada para que a mentira não nos cegue ainda mais...
Mas a verdade é como sol, mesmo em dias nublados ele está lá.
Anderson M.
12 fevereiro 2013
O Carnaval...
O Carnaval é um reflexo do que pensamos em ser e não somos no resto do ano por uma questão de sobrevivência em sociedade.
No Carnaval podemos tirar nossas máscaras, sermos outra pessoa ou na verdade ser apenas o que desejamos ser.
No Carnaval podemos amar sem compromisso, sem precisar olhar para trás.
Podemos ser flor a desabrochar sem que isso altere os julgamentos alheios.
Na verdade, acredito somente no Carnaval pelas músicas e pelo ritmo que emociona por dentro, porque se for olhar pelo ser humano, o Carnaval nos deixa com vergonha de nós mesmos como seres ditos racionais ou talvez seja essa a grande questão...
Anderson M.
09 fevereiro 2013
Artimanhas do amor e o Carnaval...
Eu nunca entendi ou achei explicação plausível para as artimanhas do amor.
Ama-se tanto e por tão pouco ou amamos pouco por tanto.
O amor sempre deixa tudo a volta muito frágil, as relações nos faz viver no limite das razões e emoções.
O amor banaliza nossas razões, deixa tudo simples da forma mais complicada possível.
Amar é ser refém de si mesmo, é viver em cativeiro e ser feliz por isso.
É nunca entender como isso tudo pode funcionar, mas ter a certeza que ainda é o melhor plano.
Amar é um crime quase perfeito, somos duas testemunhas amarrados por um único plano.
Plano que tem que ser refeito todos os dias.
E amor não existe resgate.
Mas exige negociação diária.
Amor é Carnaval sem confete, é uma bateria em silêncio ou o silêncio barulhento de dois corpos.
Anderson M.