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17 outubro 2012

E na chuva que cai...

Alguém um dia imaginou que fugimos dos sonhos por temermos o fracasso.
Ou pior, pelo medo do sucesso.
Desde cedo muitos de nós sabemos que não iremos realizar nossos sonhos, que nossas realizações ficarão para sempre guardadas no segredo perdido de um cofre.
Eu por onisciência própria, jamais pensei que um dia poderia realizar os meus.
As coisas morrem e renascem de novo em cada um de nós, por ve

zes até...
A perda da família nos obriga a entender isso, compreender que nem sempre a família que é nosso sangue, torna-se nosso sangue.
Devemos ser sábios em abrir nossas portas à nova família criada na perda da antiga.
Nesse caminhar de emoções, veremos que os desejos que tivemos por uma família que um dia nos guiou e que nos guia novamente, pelo amor que nos inspira, dos desejos que ressurgem, da única coisa que restará entre nós.
Eu apenas queria ter vivido mais isso, ter feito tudo que meus desejos sempre me disseram no meu silêncio.
E na chuva que cai eu entendo por cada gota a dádiva que foi me concedido...

Anderson M.

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