Na pressa de ser feliz.
Vivemos do imediatismo das relações.
O ontem que passa e o amanhã que necessitamos viver hoje.
Buscamos no outro qualidades que nós mesmos não possuímos.
Desejamos no outro o amor que sonhamos.
Buscamos às vezes até uma beleza que nunca nos preenche.
Mas teimamos em querer ser felizes no amor do outro.
E nem percebemos que primeiro devemos florescer o nosso próprio amor.
Amar é fácil nos dias de hoje, mas o amor é raro na duplicidade que buscamos.
E no amor que ainda nem chegou, ficamos reféns de migalhas do amor que se acaba
no nascer do sol.
Somos visitantes no coração de tantos e sonhamos com a morada definitiva e que
nos traga a paz que um amor a dois nos traz...
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