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21 abril 2013

Arte do amor...

Dizem que há um sinal claro de uma relação bem-sucedida.
É quando as pessoas envolvidas sentem que se ferraram.
O objetivo é um compromisso.
Aí criamos uma situação em que todos podem sair ganhando.
Negociações são uma forma de arte.
Mesmo assim quando negociamos usamos táticas pessoais.
Estratégica e tática não são palavras que usamos quando queremos um compromisso.
São palavras usadas na guerra.
A arte do amor não deixa de ser uma guerra, somos soldados no front de batalha, mas ficamos lá de peito aberto.
Nessas horas não carregamos a bandeira do nosso país e sim o coração do outro.
Amor é a nossa guerra diária...

Anderson M.

20 abril 2013

Desapego...


Para alguns chega uma hora em que a vida passa a ter prazo.
Sinceramente não sei exatamente qual é o meu tempo.
Mas mesmo sem saber, estou aprendendo certas coisas.
Umas delas é o desapego do apego que me toma tempo.
E esse realmente encurta o meu prazo.
Tanta coisa a fazer e por vezes nada a fazer.
Dias em que quero apenas desapegar-me de mim mesmo.
E em outros dias quero o mundo ao meu alcance.
Há dias em que tenho a certeza de ser dono do tempo.
Tempo que passa mais rápido que essas palavras.
Não consigo acompanha-lo como realmente desejo.
Momentos em que quero apenas a mim e outros momentos em que preciso de todos.
Um dia desses acordei com uma pergunta povoando meu pensamento.
E se pudéssemos escolher um dia de nossas vidas e repeti-lo sempre que desejarmos.
Ainda não encontrei esse dia, mas se pudesse realmente escolher um dia...
Na verdade acho que esse grande dia ainda estar por vir...

Anderson M.

14 abril 2013

Não curto mudanças...

Mudança é uma coisa engraçada.
Nem todo mundo lida bem com ela.
Ela pode te pegar de surpresa.
É quando percebemos que as coisas não são o que costumavam ser.
E aí seu mundo todo foi transformado.
Você percebe que o chão sob seus pés foi removido.
As coisas são incertas e não tem como voltar atrás.
O mundo ao seu redor agora está diferente.
Irreconhecível.
E não há nada que possa fazer a respeito.
Você está de mãos atadas.
O futuro está olhando você de frente.
E você não tem certeza se está gostando do que vê.
Como eu disse, não curto muito mudanças...

10 abril 2013

Minha vida é um barco que vive em mar aberto, sem remo, sem vento e sem tempo...

Minha vida é um barco que vive em mar aberto, sem remo, sem vento e sem tempo...

Anderson M.

07 abril 2013

Porque as pessoas morrem?

Porque as pessoas teimam em morrer?
Fico sempre a me perguntar se nos laços de sangue não poderíamos fazer um acordo de nascermos e morrermos juntos.
A vida como ela é me parece sentimentalmente injusta com todos.
Há os que não querem ir e se veem forçados pelo tempo a ir embora sem aviso prévio ou seguro sentimento.
Fica apenas um desejo que realmente exista um plano superior e possamos nos reencontrar um dia com quem deixamos órfãos.
E há os que ficam vivendo da saudade que não descansa.
Mas ainda bem que não temos uma certeza absoluta que exista um plano superior.

Anderson M.

01 abril 2013

É possível ser feliz nas redes sociais?


É possível ser feliz como nas redes sociais ou a felicidade passa longe das redes sociais?
Nas redes sociais criamos uma vida feliz demais que pode trazer infelicidade real.
Vejo que a maioria dos meus amigos (virtuais claro), jamais se despem, fogem de seus atos ridículos, todos são princesas e príncipes nesse mundo que mais parece uma peça de teatro daquelas bem canastronas.
Estou rodeado de semideuses nessa rede de estrelas.
E sofremos aqui na nossa vida real e sofremos ainda mais com aqueles amigos sem alma que bradam suas viagens dos sonhos onde todos sorriem, onde os amores parecem ter saído de um poema de Neruda.
Necessitamos de nossas curtidas diárias, imploramos por mais seguidores e amamos as tags.
Nas redes sociais podemos montar o quebra-cabeça dos nossos sonhos, uma viagem ou uma aula chata torna-se linda e florida, basta um filtro no Instagram e pronto.
E quem irá nos dizer que não é verdade?
Já não sabemos mais o que é verdade ou mentira na internet.
Tudo pode ser modificado e melhorado.
Mas dessa satisfação virtual podemos nos encontrar dentro da nossa insatisfação real e nos tornarmos dependente da opinião alheia e assim como a fama isso é perigoso.
A felicidade já foi artigo raro e que era conquistado com luta e orgulho e agora ela reina fácil e absoluta.
Pelo menos na vida dos outros e é isso que querem que a gente acredite.
E maior grandeza disso tudo é que as pessoas aprenderam a fazer isso da melhor forma.
São os profissionais da felicidade que nos deixam como drogados a espera da próxima vibe.
Mas já se dizia á tempos que nem tudo que reluz é OURO...

Anderson M.

Queremos apenas que o outro nos sorri...


Amor e raiva é parte de qualquer coisa que fazemos ou pensamos.
E mesmo em horas que o amor emudece a raiva não nos completa.
Na intimidade desejamos que tudo seja afável.
Que a raiva seja apenas um grito não escutado.
Um desprendimento momentâneo do amor que às vezes nos abandona por momentos.
Mas temos sempre o amor que nos traz de volta, que nos acorda de qualquer pesadelo.
E a raiva é apenas um revestimento para momentos onde o coração deseja respirar.
Mas vira e mexe estamos novamente a exibir o que sentimos, a nossa real substância.
Internamente o que sentimos é intangível.
O amor nos revela a nós mesmos como o sorriso dos bebês.
Não queremos brigar, nem chorar.
Queremos apenas que o outro nos sorri...

Anderson M.

Às vezes, basta dizer: "Eu te amo"...

Às vezes, basta dizer: "Eu te amo" ou apenas ficar em silêncio...

Anderson M.

Sentimento que capitaliza...

Nunca cobre do outro aquilo que você não oferece.

Na verdade eu diria não cobre nada do outro, faça o que achar que deve sem esperar retorno, senão o sentimento torna-se um comercio.

Não podemos cometer o erro de colocar preço nas nossas atitudes, não há sentimento que valha 1 centavo, assim como não há sentimento que valha milhões.

O que sentimos pelo outro jamais pode ser quantificado se for verdadeiro.

Sentimento se capitaliza mesmo longe, parado ou guardado.

E no dia de necessidade sabemos que podemos resgatá-lo sem que tenhamos que esperar a carência ou perda de rendimentos.

Essa é a segurança que necessitamos...

Anderson M.