Não há jogo de inspiração!
Tudo é Réquiem!
A alma não segura às asas dos ventos,
Nem se livra dos excrementos,
Menos ainda das armas dos sargentos.
A terra é jogo nojento!
“Não existiu inspiração do acaso”
Existiu atraso do tempo,
Passagem das tormentas,
Fingimento.
É plagio um poeta atribuir só a si o tormento!
A vida não espia pecados.
Não faz da noite um plagio,
Nem gente soldado raso!
Nesse compasso vamos todos
Descobrir que a terra é um atraso!
Avança ali,
Surge novo rasgo!
E o espírito nunca foi esse ciberespaço.
Universal!
De tudo é tudo igual.
Não se envaideça do seu quintal!
Nem com as honras do pedestal!
Na existência estará lá sempre o rival.
Não se entristeça com o jardim do outro quintal!
A terra é historia de loucos.
Fazem historia poucos.
Todos são dorminhocos.
Poucos afoitos.
Pensa nos outros.
No conforto dos outros.
A vida é chopp e troco.
Nunca vamos descobrir o garoto.
Pode vir a garoa.
A tempestade.
O terremoto.
Nela todos se acomodam.
Independência OU... sem morte!